


Eugénie Guinoisseau
ROSA HISTÓRICA
Rosa - rosa histórica - musgo - rosa de fragrância discreta - aroma frutado
Fragrância: rosa de fragrância discreta - aroma frutadoaltura: 150-190 cm
Doença: Não sensível a doenças.
Remontante: Refloresce, mas a segunda floração não é tão abundante.
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A Rosa Eugénie Guinoisseau é uma rosa histórica do grupo musgo, conhecida pela sua fragrância discreta com aroma frutado.
ROSA HISTÓRICA ‘Eugénie Guinoisseau’ – Moss rose de raiz própria, criada em 1864, agora disponível em vaso de 2 L.
Estimada(o) Senhor(a), se procura uma roseira que una charme romântico, resistência comprovada e baixo impacto ambiental, a ‘Eugénie Guinoisseau’ é candidata de excelência para jardins portugueses. Desenvolve-se com vigor em solos argilo-calcários do Alentejo, em faixas arenosas do litoral ou em parcelas ácidas das serras do Norte, desde que a drenagem seja correcta. O seu porte ereto (até 1,9 m) permite-lhe destacar-se em maciços, cercas vivas floridas ou em vasos de grande capacidade em varandas resguardadas.
Por ser de raiz própria, apresenta três vantagens relevantes face às roseiras enxertadas: maior longevidade, menor propensão a rebentos ladrões e melhor recuperação após podas severas ou episódios de seca — factor importante nas regiões de Verão quente mediterrânico. O cultivo sustentável é igualmente beneficiado: dispensará ao/à Senhor(a) tratamentos fitossanitários frequentes, graças à comprovada resistência a doenças fúngicas.
Possibilidades de utilização com base na morfologia da variedade
| Área de aplicação | Justificação |
| Maciço formal | Porte vertical sólido, floração em cachos abundantes – jardins clássicos, coleccionadores |
| Cerca viva perfumada | Altura até 1,9 m cria barreira visual e olfactiva discreta – proprietários de quintas, hotéis rurais |
| Vaso grande (≥40 L) | Sistema radicular próprio adapta-se bem a recipientes, sem risco de incompatibilidade do enxerto – moradores urbanos, varandas |
| Jardim histórico | Património de 1864, textura musgosa nos cálices evoca épocas antigas – entidades culturais, municípios |
| Canteiro misto com vivazes | Tonalidade rosa harmoniza com lavandas e Nepeta, prolongando interesse estival – jardineiros sustentáveis, polinizadores |
| Canteiro de sombra parcial | Boa tolerância a meia-sombra matinal, importante em pátios interiores – escolas, instituições |
| Companheira de fruteiras | Resistência a doenças reduz necessidade de fungicidas, favorecendo pomares biológicos – agricultores biológicos, permacultores |
| Colecção botânica | Exemplo clássico de roseira musgosa para fins pedagógicos – jardins botânicos, investigadores |
Ideias de decoração
- ‘Alameda Romântica’ – Alinhar dois exemplares de cada lado de um caminho em saibro, intercalar com Lavandula dentata para contraste de textura – casais, fotógrafos de casamentos.
- ‘Coroa Rosa-Pérola’ – Combinar com Penstemon ‘Husker Red’ e Stachys byzantina num canteiro circular, criando gradação de rosas, vermelhos e prateados – designers de jardins, hotéis-boutique.
- ‘Varanda Património’ – Plantar num vaso terracota envelhecido, junto a bicicletas retro e ervas aromáticas (tomilho-limão, orégãos) – moradores de centros históricos, alojamento local.
- ‘Painel Aromático’ – Dispor contra muro caiado, com treliça em madeira castanha clara; sobplantar com Sálvia officinalis ‘Icterina’ – chefs, gastrónomos, amantes de ervas culinárias.
- ‘Mosaico Sazonal’ – Integrar a roseira com bolbos de Íris germanica (primavera) e Echinacea purpurea (verão), garantindo sequência de cor – escolas de jardinagem, formadores.
Ficha técnica da variedade
| Característica principal | Dado |
| Grupo | Moss – cálices e pedúnculos cobertos por glândulas “musgosas” aromáticas, raridade botânica que aumenta a valorização estética. |
| Flor | Roseta cheia, 40+ pétalas, cor rosa ROa, 7–10 cm; flores agrupadas em cachos, ideais para arranjos. |
| Floração | Reflorescente: grande pico em Maio-Junho e nova vaga em Agosto-Setembro; boa produção de botões em climas portugueses graças a invernos suaves. |
| Crescimento | Ereto, 150–190 cm de altura, 80–100 cm de largura; moderadamente espinhoso, folhagem verde-escura brilhante que realça as flores. |
| Resistência ao frio | Até –23 °C (USDA 6), excede as exigências climáticas da maioria das regiões de Portugal continental e Ilhas. |
| Resistência a doenças | Não sensível a míldio nem a ferrugem; selecção de raiz própria evita o ponto fraco do enxerto, conferindo vigor uniforme. |
| Densidade de plantação | 1 planta/m² ou 80–100 cm entre plantas; raízes próprias formam touceiras estáveis sem dominância indesejada do porta-enxerto. |
| Origem | França, 1864 – Criador: Bertrand Guinoiseau-Flon; introdução comercial em 1894. A escolha de raiz própria respeita a genética original, preservando autenticidade histórica. |






Dados de identificação do produto
Nome e registo
Origem e melhoramento
Prémios e distinções
Características de crescimento e estrutura
Morfologia da flor
Características dos cinórrodos

Nosso produto é uma rosa cultivada com tecnologia de produção exclusiva pharmaROSA®!
- Rosa em vaso de 2 litros.
- Com brotação adequada à estação.
- Sistema radicular bem desenvolvido no substrato de cultivo.
- A qualidade atende aos requisitos da E.N.A. (European Nurserystock Association).
- Em embalagem especial para evitar danos.
- Pode ser plantada em períodos sem geadas.
- Rosa verdadeira à variedade, com identificação exclusiva.
A rosa de vaso pharmaROSA® é uma planta enraizada que garante um crescimento seguro, podendo ser plantada em qualquer época do ano durante períodos sem geadas.




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