


William Baffin
ROSA TREPADEIRA E RAMBLER
Rosa - climber, rosa trepadeira - rosa de fragrância discreta - aroma de especiarias
Fragrância: rosa de fragrância discreta - aroma de especiariasaltura: 200-300 cm
Doença: Não sensível a doenças.
Remontante: Refloresce bem, a segunda floração também é abundante.
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A Rosa William Baffin é uma rosa trepadeira conhecida por sua fragrância discreta com um delicado aroma de especiarias.
Estimado(a) Senhor(a),
A roseira William Baffin em raiz própria alia a robustez de uma trepadeira canadiana à elegância indispensável a qualquer jardim português. Seleccionada para resistir a invernos rigorosos mas igualmente performante em verões quentes, esta variedade evidencia uma floração rosa-vivo, aromatizada com discretas notas de especiarias, que se renova profusamente de Maio a Novembro. Como roseira de raiz própria, dispensa porta-enxerto, enraíza rapidamente nos nossos solos — desde os ácidos graníticos do Minho às areias pobres do litoral alentejano — e recupera melhor após podas ou episódios de seca, emitindo apenas rebentos fiéis à variedade.
Possibilidades de utilização com base na morfologia da variedade
| Área de aplicação | Justificação |
|---|---|
| Arcos de entrada | Crescimento vigoroso (2-3 m) permite cobertura total sem sobrecarregar a estrutura – jardineiros particulares, profissionais |
| Pergolas e caramanchões | Floração longa oferece sombra perfumada nos meses quentes – proprietários de vivendas, hotelaria rural |
| Muros e fachadas voltados a norte | Tolerância ao frio e pouca exigência solar directa em Portugal atlântico – residentes do litoral e norte húmido |
| Jardins de baixa manutenção | Auto-limpeza parcial das pétalas e resistência a doenças reduzem operações – municípios, escolas |
| Dunas e solos arenosos | Enraizamento próprio adapta-se a solos pouco férteis sem perda de vigor – moradores costeiros, arquitectos paisagistas |
| Canteiros verticais mistos | Combina-se com trepadeiras leves (Clematis) sem competição radical – coleccionadores de rosas, entusiastas |
| Protecção visual | Folhagem densa e brilhante cria barreira verde em 2 anos – condomínios, espaços públicos |
| Produção de ramos de corte | Hastes longas e rectas com cachos de flores médias para arranjos – floristas, amadores de arte floral |
Ideias de decoração
- “Túnel Romântico” – alinhe duas fileiras de William Baffin sobre armações metálicas para formar um corredor perfumado; intercale com Lavandula angustifolia para repelir afídeos – casais, alojamento local.
- “Painel Rosa-Celeste” – combine com Clematis ‘Perle d’Azur’; as flores azuis da clematite realçam o rosa da roseira – fotógrafos de jardins, instagramers.
- “Fonte Viva” – plante na base de uma fonte ou nora antiga, deixando os ramos pendentes tocar a água; acrescente Heuchera de folhagem bordô – proprietários de quintas históricas.
- “Varanda Sombra-Aroma” – conduza em espaldeira num terraço virado a sul; sob a copa, vasos de hortelã-pimenta intensificam o aroma – moradores urbanos, varandas pequenas.
- “Jardim de Inverno Atlântico” – numa estufa fria, associe a roseira a Camellia sasanqua; ambas florescem em épocas complementares – coleccionadores de plantas, jardins botânicos.
Ficha técnica da variedade
| Característica principal | Dado |
|---|---|
| Grupo | Climber, Large-Flowered Climber (Rosa trepadeira de grande flor). Em raiz própria garante longevidade superior às enxertadas e elimina rebentos silvestres. |
| Flor | Rosa intensa, 4-7 cm, 9-16 pétalas, semidobrada em cachos achatados; perfume suave a especiarias — ideal para zonas de passagem. |
| Floração | Remontante contínua: Maio-Novembro em Portugal; segunda vaga tão abundante como a primeira. |
| Crescimento | Vigoroso, 200-300 cm de altura, 100-150 cm de largura; hábito ereto/arqueado, moderadamente espinhoso. |
| Resistência ao frio | Até ‑34 °C (USDA 3b); ideal para zonas de montanha (Serra da Estrela) ou jardins sujeitos a geadas fortes. |
| Resistência a doenças | Muito elevada; baixa incidência de míldio, oídio e ferrugem mesmo em verões húmidos do Minho; reduz tratamentos químicos. |
| Densidade de plantação | 1 planta/m²; espaçamento 1-1,5 m. Raiz própria permite replantar jovens estacas em caso de extensão da sebe. |
| Origem | Dr. Felicitas Svejda, Canadá, 1974; comercializada desde 1983. Seleccionada na série “Canadian Explorer” pela rusticidade. Propagada agora em raiz própria pela pharmaROSA® para total autenticidade genética. |
Com esta roseira, o/a Senhor(a) investe numa solução sustentável, duradoura e de manutenção reduzida, obtendo simultaneamente cor, perfume e estrutura vertical no seu espaço verde. Boas plantações!






Dados de identificação do produto
Nome e registo
Origem e melhoramento
Prémios e distinções
Características de crescimento e estrutura
Morfologia da flor
Características dos cinórrodos
Recomendações de cultivo

Nosso produto é uma rosa cultivada com tecnologia de produção exclusiva pharmaROSA®!
- Rosa em vaso de 2 litros.
- Com brotação adequada à estação.
- Sistema radicular bem desenvolvido no substrato de cultivo.
- A qualidade atende aos requisitos da E.N.A. (European Nurserystock Association).
- Em embalagem especial para evitar danos.
- Pode ser plantada em períodos sem geadas.
- Rosa verdadeira à variedade, com identificação exclusiva.
A rosa de vaso pharmaROSA® é uma planta enraizada que garante um crescimento seguro, podendo ser plantada em qualquer época do ano durante períodos sem geadas.




Informações
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